Rottweiler recebe medalha por evitar ataque sexual.

Blog de paulaely :Focinhos; Amor Incondicional!, Rottweiler recebe medalha por evitar ataque sexual.

Um cão rottweiler de dois anos de idade recebeu uma medalha da polícia britânica por ter evitado um ataque sexual em julho de 2009.

O cão, Jake, botou para correr o agressor que tentava dominar a mulher no parque de Hearsall Common, na cidade de Coventry, no centro do país.

O rottweiler permaneceu ao lado da vítima até a chegada da polícia. O agressor foi condenado a quatro anos de prisão pelo ataque.

 Jake recebeu da polícia uma medalha por sua demonstração de bravura pelos eventos daquele dia.

“Os rottweiler não têm uma boa imagem, então é ótimo ver um rottweiler sendo reconhecido de forma tão positiva”, disse a dona do cachorro, Liz Maxted-Bluck, que adotou Jake de um canil da sociedade protetora dos animais da Grã-Bretanha (RSPCA) em dezembro de 2008.

“Ele tem uma natureza muito boa e é muito intrometido, por isso é que acho que foi ver o que estava acontecendo quando ouviu os gritos naquele dia.”

O gerente do centro de animais da RSPCA de Coventry, Glenn Mayoll, observou que a história de Jake vai contra a visão comum dos rottweiler como uma raça de má índole.

“Os cães nunca devem ser julgados simplesmente por sua raça, e Jake comprova essa tese”, afirmou.

“Essa história também mostra como adotar um cão pode representar uma grande adição a qualquer família.”

Fonte: BBC

 

segunda 16 maio 2011 15:31 , em Cães Inteligentes.


Bernese Mountain Dog.

Blog de paulaely :Focinhos; Amor Incondicional!, Bernese Mountain Dog.

origem do Bernese Mountain Dog (conhecido também como Berner Sennenhund ou Bernese Cattle Dog) é bastante polêmica, uma vez que se trata de uma raça bastante antiga. As primeiras teorias davam como certa que a raça descendia do Dogue do Tibet, que teria sido introduzido na região durante a invasão romana há 2 mil anos.

No entanto, muitos historiadores e estudos mais recentes afirmam que não há nenhuma comprovação desta teoria e que a raça seria originária da própria Suíça, onde estes cães são utilizados há séculos pelos fazendeiros como auxiliar na condução de seus rebanhos, na guarda e proteção das propriedades e animais e ainda como animal de tração, sendo responsáveis pelo transporte dos latões de leite entre as fazendas e as queijarias próximas, o que lhe valeu o apelido de cão queijeiro. Ainda hoje muitos clubes americanos e europeus realizam provas em que os Berneses são testados quanto à sua habilidade de puxar as pequenas carroças (sledding).

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O Bernese é a mais conhecida das 4 raças de boiadeiros suíços - as outras três são o Swiss Mountain Dog, Appenzel Mountain Dog, e o Entlebucher Sennenhund - e como todas as outras sofreu um forte declínio com a industrialização das atividades que anteriormente exercia, chegando a correr risco de desaparecer se não fosse pela dedicação do professor Albert Heim, criador de Terranovas e que se interessou pelos Berneses no início do século 20.

O primeiro clube da raça surgiu em 1907, e era chamado de Clube Suíço do Cão de Dürrbäch. O principal objetivo do clube foi promover encontros entre os criadores procurando homogeinizar o plantel e assim melhorar a qualidade e resistência dos cães. Na década de 40 a introdução de acasalamentos de Berneses com Terranovas, aumentou o tamanho dos exemplares e suavizou seu temperamento. Este processo culminou com a criação do padrão oficial da raça, publicado pela primeira vez em 1973.

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Personalidade: 

Os Berneses originalmente eram cães de trabalho, encarregados de inúmeras funções na vida cotidiana das fazendas. Eram ainda muito apreciados por suas qualidades como cão de guarda, uma vez que a raça apresenta forte senso de território e um comportamento reservado com estranhos.

Nos dias atuais a grande maioria dos Berneses é utilizada apenas como cão de companhia, função para a qual tem todas as qualidades necessárias, principalmente o fato de serem extremamente apegado aos membros da família, aos quais seguirá por onde quer que precisem ir.

Sua orientação às pessoas é tamanha que são utilizados em seu país natal como cães de salvamento.

Mesmo sendo cães de grande porte, não se acostumam facilmente com a vida de ‘cão de quintal’ e que também não suportam bem longos períodos de solidão. Precisam de muito contato humano e seu comportamento calmo e tranquilo, aliado ao fato que raramente latem à toa, facilitam sua convivência como membros da família.

Para que possam desenvolver-se bem, tanto física quanto intelectualmente, precisam de espaço para poder exercitarem-se apesar de não serem do tipo que ficam em constante atividade. Para a manutenção de sua boa forma, caminhadas moderadas são altamente recomendadas.

Até por sua utilização inicial como cães de pastoreio, quando aprenderam a não caçar os animais da fazenda, normalmente têm bom relacionamento com outros cães e animais. Por esta característica também não são eficientes como cão de caça e nem mesmo como retrievers.

Com crianças são especialmente pacientes e delicados. Aguentando bem as brincadeiras mais estabanadas.

No ranking de inteligência de Stanley Coren, publicado em seu livro "A Inteligência dos Cães", os berneses aparecem na 22ª posição.

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O Filhote: 

O filhote, assim como o adulto, requer supervisão e interação constante com os donos para que possa realmente conviver no ambiente familiar. Por isso, o dono deve estabelecer desde cedo limites claros para o cão. Por se tratar de um cão extremamente orientado para as pessoas da família, normalmente os melhores resultados de adestramento serão obtidos com a participação de toda a família. A raça é considerada tardia em termos de amadurecimento emocional e por isso o processo de educação pode e deve ser realizado durante um período mais longo.

Como as escovações farão parte de seu cotidiano, o filhote deve ser acostumado ao ritual de limpeza e manutenção desde cedo.

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Pelagem: 

A cor dominante do Bernese é o preto, que deve ser intenso, com as marcações em castanho bem definidas na face, por cima dos olhos, nas patas e no peito. O peito do Bernese necessariamente deve ser branco, e esta mancha deve ser, preferencialmente em forma de cruz. As patas podem ter pelagem branca desde que não ultrapasse o início das pernas.

O pelo do Bernese é fino e comprido e para que seja sempre saudável, escovações são fundamentais, bem como uma alimentação equilibrada e balanceada. 

Problemas Comuns à Raça: 

Apesar de seu aspecto robusto e saudável, a raça apresenta predisposição a alguns problemas genéticos, o que aumenta em muito a importância de se adquirir um cão de um criador consciente e que tenha programas sérios de acasalamento e de reprodução.

Os principais problemas da raça são:

displasia coxo-femural – má formação no encaixa da cabeça do fêmur com a bacia

câncer – segundo estudos do Bernese Mountain Dog Club of America, cerca de 9,7% dos exemplares americanos desenvolve algum tipo de câncer.

Atrofia Progressiva da Retina – pode levar o cão à cegueira.

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quarta 18 maio 2011 17:30 , em Raças de Cães.


Basenji.

Blog de paulaely :Focinhos; Amor Incondicional!, Basenji.

A origem do Basenji é bastante nebulosa. Sabe-se que origina-se na região do leste africano, onde foram descobertos pelos egípcios, que, depois de adotá-lo, chegaram até a transformar os Basenjis em cães sagrados, uma vez que acreditavam que os cães acompanhavam os mortos ao Além. Tal foi a identificação da raça com os egípcios, que, durante muito tempo eram conhecidos como "cão de Keops", nome do faraó que mandou construir a primeira pirâmide de Gizé.

Foi apenas em 1870 que a raça foi ´descoberta´, desta vez pelos colonos ingleses que chegaram à região do Congo e travaram conhecimento com esses cães que eram utilizados pela população local na caça. Encantados com os exemplares que viram, os ingleses exportaram alguns exemplares para a Inglaterra em 1895. Infelizmente esses exemplares morreram por uma virose, assim como os que foram exportados em 1923. A raça só conseguiu fixar-se na Grã-Bretanha em 1937 e nos Estados Unidos em 1941.

No Brasil o Basenji ainda é muito pouco conhecido e existem poucos criadores que investem na raça, cuja particularidade é o fato de que não latem, mas emitem diversos sons, que alguns descrevem como choros de crianças, outros como cantos ou risadas.

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Personalidade: 

O Basenji é considerado um cão de personalidade ´felina´, porque, além de não latir, ainda apresenta o costume de se lamber como os gatos. É um cão de temperamento forte e que requer um dono experiente.

Normalmente travessos e bastante teimosos, os Basenjis precisam conhecer seus limites bem claramente, por isso, quanto mais experiente for o dono, melhor será a convivência com o cão. Segundo os amantes da raça, essa ´teimosia´ é fruto de sua função original, de cão de caça, em que deve caçar praticamente sozinho e, por isso, tomar decisões sem ´consultar´ seu dono. O Basenji é o penúltimo colocado no ranking de inteligência para o trabalho elaborado por Stanley Coren - veja em A Inteligência dos Cães. Seus resultados podem ser explicados pela dificuldade "natural" que tem em aceitar ordens de estranhos. Por isso, recomenda-se que desde cedo o próprio dono invista algumas hora na educação de seu cão.

Muito exclusivista, não costuma aceitar bem a idéia de dividir a atenção de seu dono com outro cão. Igualmente não se trata de um cão que possa ser deixado por longos períodos sozinho.

Apesar de ser um cão de pequeno/médio porte, possui músculos fortes e longos, o que lhes dá uma incrível velocidade. Também a forma com que se movimentam faz com que este cão gaste um mínimo de energia e fôlego necessário.  Desta forma eles percorrem distâncias incríveis rapidamente e sem demonstrar cansaço. Por essas características, participam com sucesso de corridas de cachorros, muito parecidas com as corridas de Greyhound.

Não é um cão indicado para apartamentos, porque, apesar de seu tamanho, é um cão cheio de energia e precisa de espaço para se exercitar.

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O Filhote: 

Ao contrário da maioria dos cães, o Basenji não é totalmente “domesticado”, sendo considerado um cão do ´tipo primitivo´. Essa qualidade faz com que ele seja mais vulnerável aos apelos dos seus instintos do que às vontades de seu proprietário. Por esta razão os filhotes devem ser socializados e manuseados, desde cedo, por crianças e pessoas cuidadosas. É preciso ter especial cuidado com esta raça para não maltratá-la ou assustá-la, pois eles têm excelente memória e não costumam ´esquecer´ daqueles que os tratam sem delicadeza. É preciso tratá-los de forma firme, mas com muito respeito e justiça.

Os filhotes são muito espertos e aprendem muito rapidamente, o que não quer dizer que sejam ´obedientes´... É fundamental que o proprietário saiba se fazer obedecer, impor-se com carinho e mão firme, acostumando-o desde cedo, e passar pelos "testes" de liderança. A educação precoce e a socialização, são fundamentais que ele não desenvolva comportamentos agressivos e que respeite o proprietário como líder da matilha, evitando problemas na fase adulta.

Se não forem acostumados desde pequenos estes cãezinhos podem se tornar bastante agressivos com outros cães.

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Pelagem: 

O Basenji possui pelagem curta e lisa e pode ser bicolor ou tricolor. No caso dos bicolores, pode ser preto e branco ou avelã e branco. No caso dos tricoleres, deve ser preto, avelã e branco. A cor branca deverá estar sempre presente nos pés, no peito e na ponta do rabo, sendo que um colar branco, as patas brancas e uma listra branca na cara são opcionais. No padrão americano da raça é aceita a marcação tigrada.

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Problemas Comum à Raça: 

Apesar de ser um cão bem rústico e resistente, o Basenji apresenta alguma tendência para desenvolver alguns problemas de saúde.

Displasia coxo-femural

Problemas hereditários de visão

Síndrome de Fancone - distúrbio que afeta a capacidade renal. Os sintomas são: excesso de consumo de água e produção excessiva de urina, com forte presença de glicose. Caso não seja tratada, pode levar o cão à morte.

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quarta 18 maio 2011 16:58 , em Raças de Cães.


Welsh Terrier.

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história do Welsh Terrier é bastante nebulosa, especialmente por se tratar de uma raça bastante antiga. Muitos autores consideram que o Welsh seja um descendente do antigo Terrier Inglês preto-e-canela, muito popular na Inglaterra desde do século XII. Outros historiadores alegam que a história seja exatamente o inverso, ou seja, que os antigos Terriers seriam os descendentes do Welsh, e baseiam sua tese em textos antigos, do século XI que mencionam a existência de pequenos terriers do país de Gales que perseguiam raposas e texugos. Os textos mais recentes, datados dos séculos XV e XVIII já fazem menção específica ao tipo de pelagem - dura - e à coloração dos cães.

Qualquer que seja a direção desta história, o fato é que os Welsh Terrier foram selecionados para ajudar na caça de animais de toca. Os cães deveriam desalojar as presas - em especial raposas e lontras - que se escondiam em tocas subterrâneas.

Os primeiros registros da criação especializada são do século XVIII e remetem ao trabalho da família Jones, em Ynysor e, posteriormente, os Welsh teriam sido adotados pelos mineiros de carvão.

A raça foi introduzida no cenário da cinofilia mundial em 1854, e foi apenas em 1885 que a raça participou pela primeira vez em exposições oficiais. Mesmo em seu país de origem - Inglaterra - a raça nunca enfrentou um grande boom de popularidade, mas experimentou um crescimento constante e consistente em todos os países da Europa e Estados Unidos, especialmente na década de 60.

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Personalidade: 

O Welsh Terrier, em sua aparência, é normalmente definido como se fosse um Airedale Terrier em ´miniatura´. E de fato são muito similares. Assim como a maioria dos Terriers o Welsh se caracteriza por um temperamento alegre, muito ativo e afetuoso com seus donos. É um cão de personalidade bastante forte e precisa de um dono com experiência e autoridade.

É uma raça que está sempre alerta. São cães que topam qualquer atividade que seja proposta. Adoram correr, caçar e brincar. Podem obter excelentes resultados em provas de agility, esporte no qual podem aproveitar completamente a sua agilidade e rapidez.

Em sua função original, a raça aproveitava sua extrema agilidade e stamina para atuar com maestria na caça com arma de fogo ou mesmo furão. Sua versatilidade faziam com que fosse utilizado ainda na caça em terrenos mais pantanosos e mesmo dentro d´água. Resistência e combatividade, aliada a uma enorme coragem, fizerem destes pequenos cães excelentes caçadores.

Apesar de seu tamanho moderado (pesam aproximadamente 9 quilos) não são cães que possam viver em locais pequenos ou com pouca atividade. Por sua história e utilização inicial, desenvolveram um enorme senso de independência, uma vez que, na prática da caça em tocas, era necessário que fossem autoconfiantes e determinados para cumprirem sua meta. E essa característica eles absolutamente não perderam.

Na classificação do pesquisador Stanley Coren, em seu livro ‘A Inteligência dos Cães’, o Welsh Terrier ocupa a 53ª posição entre as 133 raças pesquisadas, o que apenas comprova a tese de que é um cão que precisa realmente ser estimulado a obedecer seu dono. Por isso mesmo, é altamente recomendável que desde cedo o proprietário inicie um programa de adestramento de obediência com seu Welsh, com o objetivo de tornar a convivência mais fácil para ambas as partes.

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O Filhote: 

A educação do filhote requer, acima de tudo, paciência. Especialmente quando o filhote já tiver aproximadamente 6 meses e estiver trocando seus dentes, deve-se evitar que os móveis sejam seu alvo preferencial. Para isso, convém fornecer brinquedos próprios para esta fase.

Como os adultos, os filhotes são muito ativos e curiosos e devem ser educados desde cedo. O adestramento básico de obediência é extremamente recomendável para cães que possuam estas características de independência e, de maneira geral, os resultados aparecem tanto mais rápido quanto maior for o envolvimento do dono no processo de treinamento.

Não devem ser deixados sozinhos por longos períodos, uma vez que sua curiosidade e necessidade de atividade farão com que procurem alguma distração, o que nem sempre trará resultados agradáveis para o dono.

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Pelagem: 

Normalmente cães de ´pelo duro´ estão entre as raças que não enfrentam a muda na mudança de estações. Apesar disso, precisa de cuidados para que seu pelo se mantenha saudável e bonito.

Os cães de exposição nunca podem ser cortados com tesoura uma vez que essa prática muda a consistência da pelagem e pode até mesmo a tonalidade original dos marcas. As tosas de exemplares de pista devem ser feitas à base do stripping, que consiste na retirada manual dos pelos com a ajuda de uma faquinha apropriada. Esse procedimento só deve ser realizado por profissionais competentes.

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Problemas Comuns à Raça: 

O Welsh Terrier, de maneira geral, é um cão rústico, sem muitos problemas de saúde. Os registros dos clubes americanos da raça enfatizam especialmente a presença de alguns distúrbios de fundo genético como:

Epilepsia

Glaucoma

Hipotiroidismo

Alergias

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quarta 18 maio 2011 16:30 , em Raças de Cães.


Shar Pei.

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origem do Shar Pei é incerta. Pode ser um descentente do Chow Chow, a quem assemelha-se pela língua "azul". É possível que tenha surgido inicialmente no Tibete ou no Norte da China há 20 séculos, sendo que os primeiros exemplares da raça eram bem maiores do que os atuais. Existem obras de arte antiquíssimas (Dinastia Han, 206 a.c) que retratam o Shar Pei.

No passado esse excelente caçador de javalis e guardador de rebanhos, era também utilizado para combates, esporte extremamente popular na China. Sua pele "solta" dificultava o abocanhar dos adversários de combate e há quem diga que eram utilizadas drogas para instigar sua agressividade, já que se trata de um cão afável e dócil.

Devido à política chinesa de cobrar altos impostos sobre os proprietários de cães e promover verdadeiras matanças de cães, o Shar Pei correu sério risco de extinção, chegando em 1974, a figurar no Livro Guiness dos Recordes como o cão mais raro do mundo. Sua extinção só foi evitada devido ao trabalho de preservação iniciado pelos americanos na década de 70, e assim suas características de "lutador" foram também substituídas por suas virtudes de cão de companhia.

De aparência exótica e bastante singular, é um cão compacto, ágil e forte, caracterizado pela pele solta que forma pregas pelo corpo. Tem orelhas pequenas e retangulares, dobradas em direção aos olhos. Sua cauda é vertida em direção ao tronco e sua pelagem é curta e eriçada.

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Personalidade: 

Parece estar sempre um pouco "triste", mas é um cachorro alegre e que se adapta bem à casa. Tranquilo e leal, tem particular facilidade em se relacionar com as crianças. Que o diga Xuxa, a "Rainha dos Baixinhos", que na década de 80, lançou até uma música "Meu Querido Xuxo", e Xuxo era justamente o seu Shar Pei.

A principal característica física da raça – a abundância de rugas – foi recentemente alterada pelos chineses, mas quando filhote o Shar Pei ainda é considerado o cão mais enrugado do mundo.

Em 1994, Federação Cinológica Internacional (FCI) promoveu diversas alterações no padrão da raça, e a mais importante foi justamente a "redução" das pelancas do cão adulto no tronco e no dorso. Segundo o novo padrão, as pelancas devem se concentrar na cebeça e no pescoço. Foram alteradas ainda as proporções de peso e altura do cão. Na versão antiga do padrão da raça estabelecia-se que a cabeça deveria ser bem grande em comparação com o resto do corpo, o que pelo novo padrão da raça é desabonador, assim como o excesso de peso e de altura.

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Problemas Comuns à Raça: 

As características rugas do Shar Pei requerem cuidados especiais, já que entre suas dobras acumulam-se facilmente sujeira e umidade, podendo ocasionar seborréia, dermatite e micose, ocasionando eventuais feridas na pele (que podem evoluir para um câncer de pele) e mesmo mau cheiro. Para evitar este quadro, a única recomendação segura é manter o cão sempre bem seco e limpo. De preferência após o banho o dono deve secá-lo com uma toalha e deixá-lo ao sol a fim de eliminar os resquícios de umidade.

As rugas da cabeça podem também causar problemas de vista, especialmente se caem na frente dos olhos, pois acabam fazendo com que as pálpebras e cílios entrem nos olhos (entrópio), causando uma irritação que pode evoluir para lesões na córnea, levando à cegueira. Para evitar isso, recomenda-se que se dê 3 pontos nas pálpebras do cão ainda filhote a fim de que se formem "pregas" que impedem que as pálpebras caiam sobre os olhos. Esse procedimento só surte efeito quando o cão é filhote, pois a musculatura está em processo de desenvolvimento, o mesmo não cabendo para o cão adulto, com a musculatura desenvolvida. Neste caso, o único recurso é uma cirurgia definitiva, que retira parte de pálpebra. Assim, ao primeiro sinal de irritação nos olhos é conveniente procurar um veterinário para um diagnóstico preciso.

Blog de paulaely : Focinhos; Amor Incondicional!, Shar Pei.

Outro problema comum ao Shar Pei é a febre. Devido a um mau funcionamento dos rins e fígado, há dificuldade em eliminar as toxinas do corpo. O cão subitamente fica com febre alta. Pode ter dores nas juntas, dificultando a movimentação. Os sintomas tendem a desaparecer sozinhos, mas podem voltar a qualquer momento e acabam levando à morte. A doença não tem cura. Estudos demonstram que esse problema é genético e que foi agravado pelo excesso de consangüinidade da qual a raça foi vítima.

O Shar Pei pode apresentar ainda hipotiroidismo, um distúrbio da glândula tiróide, que faz com que o cão perca pêlo e sua pele engrosse muito. Em casos extremos, ocasiona esterilidade, principalmente das fêmeas. O tratamento é à base de hormônios. O Shar Pei é também propenso à hipertermia, por causa de sua pele grossa e abundante, que retém o calor no organismo e faz a temperatura corporal subir tanto a ponto de se fatal. Assim, é extremamente importante não submetê-lo a atividades físicas em horários muito quentes e nem deixá-lo exposto ao sol, a não ser de manhã.

Existem alguns também exemplares com mordedura prognata (dentes da frente da arcada de baixo fecham acima da arcada superior). Apesar de não ser uma doença, é considerado um defeito originado pelas miscigenações. O padrão pede mordedura em tesoura (igual à humana).

O ronco é uma característica típica da raça, causada pela passagem do ar pelo palato (céu da boca), que possui conformação mais alongada que a comum. Em alguns casos é necessária uma cirurgia corretiva para que o cão possa respirar melhor. Normalmente, não costuma provocar problemas para os exemplares. Como é de praxe, os cães que apresentem quaisquer desses problemas não devem ser acasalados para evitar que a tendência genética se expanda.

Um outra característica da raça é o fato de a fêmea ter cios em espaços irregulares de tempo. Muitas vezes a cadela só tem seu primeiro cio aos 15 meses de idade e, quando no cio, não atrai atenção dos machos de outras raças e só alguns cães da própria espécie se interessam pelas fêmeas, o que dificulta ainda mais os acasalamentos planejados.

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SER SHAR PEI É:

Aprender rapidamente os hábitos de higiene

Gostar de ficar deitado ao lado dos donos, na maior tranqüilidade. Nada de grandes agitos e correrias.

Dar-se bem com pessoas estranhas

Nem sempre gostar de outros cães, herança das raças de luta

Viver bem em lugares grandes ou pequenos

Ser caseiro, de fácil adaptação

Não precisar de mais de 15 minutos de passeio por dia

Latir pouquíssimo

Gostar de crianças, ainda que canse logo e não aguente horas de folia

Chamar atenção onde quer que esteja

Conquistar corações com um jeito especialmente envolvente e cativante.

 

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quarta 18 maio 2011 15:52 , em Raças de Cães.


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